quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

“Momentos – Fotografia de João Octávio Meira” revela belezas paisagísticas de Esposende

Inauguração amanhã, 17h00 - Museu de Esposende
“Momentos – Fotografia de João Octávio Meira” é como se denomina a exposição fotográfica, que vai estar patente no Museu de Esposende, entre os próximos dias 3 e 31 de Dezembro.
A mostra, promovida pela Câmara Municipal de Esposende, integra quinze paisagens da cidade da foz do Cávado, da autoria de João Octávio Meira.

Natural de Esposende, onde nasceu há 39 anos, João Octávio Meira é funcionário público de profissão, mas tem na fotografia a sua grande paixão, a que se dedica nos tempos livres e que vai dando a conhecer através do seu blog http://esposendeimagens.blogspot.com/, finalista do concurso “Super Blog Awards 2009/2010”, na categoria Multimédia.

Esta é a segunda mostra que traz a público, depois de ter apresentado, entre os meses de Junho e Outubro, na Zona Ribeirinha de Esposende, a exposição “1001 imagens pelo ambiente”.

Apaixonado pela cidade que o viu nascer, João Octávio Meira revela que o seu sonho “passa por colocar em livro as admiráveis paisagens de Esposende”.

A abertura da exposição está agendada para amanhã, 3 de Dezembro, pelas 17h00, na sala contígua à Sala dos Azulejos do Museu de Esposende, onde poderá ser visitada, até ao final do ano, de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.

1960: Esposendenses empreendedores tomando um cafezinho na Nélia

 Acervo fotográfico do Prof. Armando Marques Henriques
O Café Nélia na década de 60.
"Nela podemos ver o Sr. Braga, Zé Laranjeira, João Café, Lando Barbeiro, Marques das Marinhas (Fadista), prof. Borges, Armindo Duarte, Marques Henriques, Manuel Pinto, António Viana, Porfírio Moreira e outros...".
Quem serve à mesa é o João da PÃ-PÃ.

Esposende - agenda: DEZEMBRO 2010



Município de Esposende reduz em 60% gastos com a iluminação natalícia

Atendendo à difícil conjuntura económico-financeira que o país atravessa, nomeadamente as autarquias, a Câmara Municipal de Esposende decidiu reduzir em 60% os custos com a iluminação de Natal.
Assim, os encargos com a iluminação natalícia na cidade de Esposende vão, este ano, ser inferiores, cifrando-se num valor abaixo dos 25 mil euros.
Esta medida, a par de outras, enquadra-se no plano de contenção de custos que a Câmara Municipal implementou face às dificuldades económico-financeiras que se vivem, à semelhança de muitos outros municípios do país.
O Presidente João Cepa refere que “a Câmara Municipal de Esposende resolveu manter a tradição, ainda que em menor escala e de forma mais contida em termos financeiros”. O Autarca realça, contudo, que “caso a situação de crise se prolongue, a Autarquia pondera deixar de colocar iluminação na cidade durante a época natalícia”.
João Cepa acrescenta que “face à diminuição de receitas e ao corte nas transferências para as autarquias por parte da Administração Central, é preciso definir aquilo que é verdadeiramente prioritário para o Município, imprimindo um rigor financeiro ainda maior à gestão autárquica, que, de resto, tem sido bastante ponderada”.

Concerto da Tuna: os Gatunos

A Juventude Popular de Esposende, irá realizar no próximo dia 11 de Dezembro pelas 15 horas, na rua 1º de Dezembro (Rua Direita), um concerto com a tuna académica: os Gatunos da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão, de Vila do Conde (ISEIG).
Este evento tem como principal objectivo, sensibilizar os jovens para comprarem no comércio tradicional, em alternativa às grandes superfícies de comércio, como forma de revitalizar e dinamizar o centro da cidade.

Correio do Minho - 02/12/2010

Diário do Minho - 02/11/2010

Polis ou desenrascanço do costume?!

 

Portugal é o país dos "desenrascas" porque é mal organizado, vive de expedientes de pessoas pouco sérias e chamaram-lhe curiosamente improviso (Sempre à última da hora!) à falta de planeamento. Por estes dias, tem sido tema de conversa em Cedobem (Apúlia) a possibilidade do programa "Polis do Litoral Norte" deitar abaixo todas aquelas cabanas em cima das dunas e que correspondem a restaurantes. Como é sabido, a maioria delas é clandestina, mas o nosso país está habituado a viver de economia paralela, "Offshores", evasão fiscal e portanto ter cabanas como ter favelas é a mesma coisa! E se é habitual ouvir-se o comentário de que o "crime compensa", também aqui é capaz de se ajustar. É preciso alojar e indeminizar os proprietários legais ou ilegais pela destruição das barracas. Não fosse Portugal um país de "barracada" e eu ia estranhar tudo! A desaparecer toda aquela barracada, acaba-se a "Pequena Marrocos" que ali existia, com pardieiros e sucessivos acrescentos para a frente, para trás e para os lados! E para onde irá aquele negócio de servir peixe fresquinho, irá para o outro lado da estrada? Vamos aguardar desenvolvimentos do projecto em causa! Certo é que os "sargaceiros" já discutem o Polis e essa possibilidade de uma nova cara nas dunas, não sei se remota, por estarmos em tempo de "vacas esqueléticas"!
Leia aqui o post na íntegra.