quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Concerto de José Cid & Big Band no Dia da Cidade e do Município de Esposende



19 de Agosto, 22h00 – Largo dos Bombeiros

O Dia da Cidade e do Município de Esposende, que se comemora amanhã, 19 de Agosto, vai ficar marcado pela actuação de José Cid & e Big Bang. O concerto tem entrada gratuita e vai decorrer a partir das 22h00, no Largo dos Bombeiros, em Esposende, encerrando com uma sessão de fogo-de-artifício, na Zona Ribeirinha.
Quase dispensa apresentações o interprete da “Lenda de El-Rei D. Sebastião”. José Cid iniciou a sua carreira em 1956 com a fundação de Os Babies, agrupamento musical especializado na interpretação de músicas de outras bandas.
No ano de 1960, criou em Coimbra o Conjunto Orfeão, acompanhado por José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição. A fama chegou-lhe inicialmente através da sua participação como teclista e vocalista no conjunto Quarteto 1111. No ano de 1971, José Cid lançou o seu primeiro disco a solo concorrendo ao Festival da Canção RTP com “Uma Rosa Que Te Dei”. “Na cabana junto à praia”, “Um grande, grande amor”, e muitos outros temas valeram-lhe o reconhecimento do público e o regresso em grande às grandes catedrais da música.
O ano de 2006 marca o regresso de José Cid em força ao meio mediático, com dois concertos esgotados no Maxime. Edita o disco “Baladas da Minha Vida”, em que são regravadas as baladas de maior sucesso da sua carreira, de forma acústica e sem recurso a computadores. Seguem-se concertos por todo o país (incluindo dias presenças no Casino de Lisboa e no final de ano na Praça do Comércio para 40.000 pessoas). De então para cá, multiplicam-se os concertos e as presenças em programas televisivos e gravou dois novos discos: “Pop, Rock e Vice-Versa” (2007) e “Coisas do Amor e do Mar” (2009).

Cerimónias do Dia da Cidade e do Município

Programa:
 
9h15 – Hastear das Bandeiras (Praça do Município)
 
10h00 – Missa Solene (Igreja Matriz)
 
11h00 – Sessão Solene (Salão Nobre da Câmara Municipal)
 
22h00 – Concerto com José Cid & Big Band (Largo dos Bombeiros)
 
23h45 – Sessão de Fogo-de-artifício (Zona Ribeirinha)

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Esposende: Choque fere seis

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Comentário sobre "Os anos de ouro do Esposende Sport Club: Época 1949/1950"

Esta equipa do ESC foi constituída, precisamente quando nasci e, como tal, conheço poucos jogadores, embora reconheço o Laguna "Velho", onde ia brincar para o seu quintal com o Tone Laguna, seu filho, carpinteiro de profissão.
Naturalmente conheci pessoalmente, quase todos estes jogadores mas, já não jogavam no meu tempo de juventude.
Já possuía no meu quarto, há alguns anos, esta equipa aqui apresentada e foi, por gentileza do Miquelino, que tive acesso à fotografia.
Tenho-a religiosamente, exposta num quadro na minha casa e dou os parabéns ao amigo Pinto e ao filho do Rendido, em especial por colocar ao serviço deste Blog este documento fotográfico extremamente importante.
Um abraço de saudade do Carlos Barros.

Leituras Quentes



Bibliotecas de praia em Esposende

Município de Esposende associa-se a concurso de artes contra a pobreza e exclusão social no Vale do Cávado

A Câmara Municipal de Esposende, em parceria com os Municípios de Amares, Barcelos, Braga, Terras de Bouro e Vila Verde, está a promover um concurso de artes, intitulado "Diversidartes".
O certame é realizado no âmbito do Programa Nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social (PNAECPES), mais concretamente do Projecto “10Construir”, e resulta de um trabalho de parceria entre as Câmaras Municipais da Região do Cávado e a Rede Europeia Anti-Pobreza / Portugal (REAPN).
Através da arte, pretende-se sensibilizar a sociedade civil para a importância das responsabilidades individual e colectiva na luta contra a pobreza e a exclusão social, sendo que as áreas artísticas a concurso são a Fotografia, Escultura, Pintura, Teatro, Música e Dança.
O Concurso “Diversidartes“ está aberto à participação de todas as instituições de solidariedade social, associações, escolas públicas e privadas, bem como à população em geral com residência nos concelhos da região do Cávado.
As inscrições decorrem até final do mês de Setembro, estando o regulamento do concurso e a ficha de inscrição disponíveis do site da REAPN (www.reapn.org).
Recorde-se que no âmbito do projecto "10Construir" foi levada à cena, no passado dia 24 de Julho, no Auditório Municipal de Esposende, a peça “Dar Voz”, que abordou temáticas relacionadas com a pobreza e exclusão social.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

E-mail de Esposende - Carlos Barros: Uma notícia triste para todos nós, esposendenses

As notícias tristes e trágicas em Esposende (e não só...), correm como as correntes de água em direcção ao mar, nas marés vivas.
Numa manhã serena e convidativa a uma saudável marcha na marginal, o "telegrama" chegou aos meus ouvidos vindo do "carro do correio" Serafim-CTT:
Carlos, morreu o José Ferreira Laranjeira e a notícia caiu como uma "bomba" no meu coração abalado. Sim, faleceu o Zé Laranjeira hoje mesmo, disse o amigo Serafim, por sinal, também ex-massagista, ao Carlinhos da Jandira e, de facto, vim a confirmar, infelizmente, este acontecimento trágico. O Zé Laranjeira partiu deste Mundo para o Mundo Celestial, onde todos nós temos o nosso "lugarzinho".
O ESC muito agradece pelos elevados préstimos, como massagista, ao Zé Laranjeira ao longo de muitos anos, dando o seu contributo simples, dedicado e empenhado ao Esposende Sport Clube.
Como massagista/dirigente fez parte de várias Direcções do ESC onde pontuavam o Sr. João Vilarinho, Barreira, Lopes, António Terra, sr. Braga, Miranda, Mário Marques Henriques, Francisco Areias, Dr. Reis, Dr. Juvenal ,Armindo Duarte,Dr.Guerreiro, M.Rego, Armindo da "Serração"Fernando Rego, Pilar, entre outros dirigentes.
O Zé da Laranjeira foi e constitui um símbolo de dedicação ao ESC e o seu filho, José Carlos Laranjeira, seguiu-lhe as pegadas, sendo ele também, massagista da ADE e "ex- Pioneiro"- Núcleo Desp. Cultural de Esposende-, durante alguns anos.

O sr. José permanecerá nos nossos corações para sempre porque era um homem bom e extraordinariamente dedicado à causa Associativa, sendo dirigente do ex-Núcleo de Campismo, com sede na marginal, em frente da casa do sr. Matos, já falecido. Fiz parte dessa direcção com o saudoso José Laranjeira, embora mais jovem nessa altura, desfrutando dos meus 15/ 16 anos de idade.
Tenho um documento na minha posse que comprova que, num determinado ano, o Núcleo não pode realizar um baile de Carnaval, o que sempre fazia, por falta de verbas e esse documento foi escrito pelo sr. José Laranjeira.
Os nossos sentimentos à familia do sr. José Laranjeira, nascido no ano de 1937, vivendo uma vida muito dedicada à solidariedade e os seus sorrisos e simpatia extrema, estarão registados em todos nós, esposendenses amigos do amigo Zé Laranjeira.
Um abraço de saudade, com pesâmes profundos, à família do Zé.

Carlos Barros

Um adeus de esperança e de fé para o nosso amigo e familiares do Zé da Laranjeira.



Notícia triste para os Esposendenses e para a ADE/ESC:
Hoje, numa manhã serena e convidativa para o meu passeio /marcha matinal, deparei-me com o meu amigo Serafim, sportinguista e amigo convicto e que me saudou de uma maneira especial e não muito "normal":
Carlos, sabes quem morreu?
Não, respondi eu, com um aperto no coração!...
Foi o Zequinha da Laranjeira.
Tendo como companheira de passeio a minha esposa, o silêncio e a tristeza invadiu todo o meu espírito fortemente abalado.
Ainda não acredito mas, irei confirmar.
O Sr. José da Laranjeira foi um fervoroso adepto do ESC e da ADE e exerceu com inexcedível competência e amor ao ESC a função difícil de massagista, durante muitos anos.
O ESC/ADE muito deve ao nosso amigo Zé da Laranjeira que desempenhou o cargo de massagista/dirigente, de uma forma desinteressada e era uma pessoa simples e humana, muito dialogante e apelava ao bom senso e à harmonia entre todos os que o rodeavam.
A confirmar, espero que seja mentira, ficam estas palavras de apreço ao nosso amigo Zé da Laranjera.
Um adeus de esperança e de fé para o nosso amigo e familiares do Zé da Laranjeira.
Carlos Barros