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terça-feira, 17 de setembro de 2013
"Corrida d'Aventura"
"Corrida
d'Aventura"
No
próximo dia 22 de Setembro, decorrerá nas freguesias de Fão e Apulia , concelho
de Esposende a 4º prova da "Corrida d'Aventura" numa distância de
10km.
Corridas d'
Aventura consiste num circuito de quatro provas de atletismo, de curta
distância, que se realizam em plena natureza, tendo como cenário as magníficas
paisagens do concelho de Esposende.
Mais informações disponíveis em Regulamento:
Posto
de Turismo de Esposende/Miguel Gomes/Aurora Lima
domingo, 15 de setembro de 2013
"VOZ
DESPORTIVA DO JANDIRINHA"-
15
de setembro de 2013
Pro Nacional
4 jornada:
Porto
D´ Ave 4 Esposende 2
Pevidém
2 Celoricense 3
S.
Eulália 1 Caç. Taipas 1
Vieira
1 Merelinense 2
Serzedelo
1 Desp. Ronfe 0
Travassós
1 Arões 1
Dumiense
1 Brito S.C. 2
U.Torcatense
0 M. Fonte 2
A ADE deslocou-se à Póvoa de
Lanhoso para enfrentar o Porto D´Ave e perdeu por quatro bolas a duas depois de
estar a vencer a equipa de Taíde por dois a zero.
Mais um jogo, mais uma derrota mais um
"naco" de esperança para futuras vitórias do Esposende que
tarda em pontuar.
Não devemos desanimar porque os "Vikings do Cávado" irão dar alegrias aos
esposendenses, e esta fase de resultados negativos irá ser ultrapassada.
Parabéns aos vencedores e
derrotados-Esposende- pelo empenho manifestado durante o jogo e perder não é
honra mas, também não é desonra.
Divisão de Honra da A.F. Braga
Martim
0 Forjães 2
Um
abraço a todos os "amantes"desta rúbrica desportiva.
CMLB
V.D.J.
15
de setembro de 2013
sábado, 14 de setembro de 2013
CANTINHO DOS LOBOS DO MAR - CARLOS BARROS: Uma caçada atribulada.
Republicação
Uma caçada atribulada.
Decorria o ano de mil novecentos e sessenta
e três, pela tardinha, junto à igreja Matriz, e a garotada estava já nas suas aventuras
com o Tonho, Melro e Hilário, este sempre medricas, em plena rua, a
imaginarem estratégias para a malandrice.
Uma caçada atribulada.
Por CARLOS BARROS
Decorria o ano de mil novecentos e sessenta
e três, pela tardinha, junto à igreja Matriz, e a garotada estava já nas suas aventuras
com o Tonho, Melro e Hilário, este sempre medricas, em plena rua, a
imaginarem estratégias para a malandrice.
Nesse dia, o Tonho não tinha ido às solhas com
a equipa dos costume, Carlos da Arranca, Miguéis e o pai, senhor João Calhandra,
tudo em família e resolveu “virar-se
para a Natureza”, nas suas habituais aventuras.
Junto
à casa do Tonho existiam duas grandes e frondosas árvores e as flauzinhas, aves
simpáticas e irrequietas, dançavam de ramo em ramo, preparando a dormida, uma
vez que a noite estava prestes a chegar.
O Tonho e o Melro, como sempre hábeis
caçadores de pardais, pegaram nas suas “afungas” e começaram a atirar às
flauzinhas, com aqueles godos redondinhos apanhados na praia ou junto aos
materiais de construção.
Tanto azar que estes rebeldes foram
surpreendidos por um GNR que estava no
patrulhamento à caça “das
crianças”… O agente, de “plainites
“sebosos, pediu a fisga ao Tonho, que
estava prestes a entregá-la à autoridade, quando, de repente, o Melrinho, gritou para não lha dar. O Tonho não teve com
meias medidas e começou a fugir pela estrada fora, com o Melrinho num longo
“sprint” ficando o GNR todo furioso pela inesperada fuga destas duas crianças
sempre irrequietas e aventureiras.
No dia
seguinte, foram chamadas ao posto e quando entraram neste tenebroso e
repressivo lugar, o guarda republicano pegou num cinturão para castigar estes
infratores. Com um ar ameaçador, o GNR olhou furioso para estas duas “trutas” e
mandou cada um deles dar uma chapada um ao outro e, com muito custo, estes dois
garotos lá deram a bofetada da praxe. O Melro, de mão pesada, deu um bofetão mais
forte, ao Tonho e este ameaçou-o:
-Lá fora “vais comer” forte e feio…
Quando iam sair do Posto da GNR, o Cabo
perguntou ao praça porque razão aqueles malandros não estavam presos?
-O agente respondeu que eles já tinham “levado no lombo…”
Já na
rua, o Hilário juntou-se a estes seus amigos e com a fisga ao pescoço lá foram
eles para novas caçadas às flauzinhas, melros e charréus para os campos do Quim
da Obra e por entre os silvados, com o Mouquinho a juntar-se à `”quadrilha” porque tinham de ter caça para
o jantar e a fritadeira estava à espera dos pássaros.-
O “graem, graem…” caça aos melros…, gritava
o Mouquinho!
No regresso o Tonho viu umas “luras” de
abelhas e começou a “chuscar” e de repente, o enxame atacou-o furiosamente e o Albano
“Penico” que se encontrava escondido, atrás de uma figueira, foi picado várias
vezes.
Os nossos amigos, meteram-se entre os
milheirais dos campos do Zão e puseram-se a salvo, depois de tropeçarem numa grande abóbora.
Quando
todos chegaram a casa pela noitinha, o
“triunvirato” entrou, cada um nas suas casas, com as mãos na cabeça, premiados
com “galos” e juraram nunca mais se meterem com as abelhas.
AGOSTO/CARLOS
BARROS
Gente da terra, do rio e do mar. Por Carlos Barros.
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